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Operação "Lúmen". Carlos Moedas garante "colaboração total com a justiça"
O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, garante "colaboração total com a justiça" no âmbito da Operação "Lúmen", que investiga um esquema de corrupção ligado às iluminações de Natal.
“A Câmara Municipal [de Lisboa] estará sempre aberta à colaboração com a justiça”, garantiu Carlos Moedas em declarações à CMTV.
O presidente da Câmara de Lisboa diz ter sido informado da operação pela comunicação social e garante não ter mais informações sobre o caso, lembrando que se trata de uma associação privada e que “não é a Câmara Municipal que faz esta contratação”. Em causa nesta operação está um esquema de corrupção ligado às iluminações de Natal. Há quatro detidos, um deles é funcionário da Câmara de Lisboa.
Dez autarquias foram alvo de buscas da Polícia Judiciária. Fonte da autarquia de Lisboa confirmou à Lusa a realização de buscas relacionadas com iluminações de Natal.
Para além de Lisboa, foram também realizadas buscas em Tavira, Lamego, Maia, Figueira da Foz, Viseu, Trofa, Póvoa de Varzim, Ovar e Santa Maria da Feira.
As autarquias da Maia, Viseu, Trofa, Tavira e Santa Maria da Feira já confirmaram igualmente terem sido hoje alvo de buscas.
Os detidos vão ser presentes na quarta-feira ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.
Foram ainda efetuadas 26 buscas domiciliárias e não domiciliárias em várias zonas do país, em entidades e empresas públicas e privadas.
De acordo com a PJ, a investigação teve origem numa denúncia ligada com a "pretensa viciação de procedimentos de contratação pública relacionados com o fornecimento e instalação de iluminações festivas, utilizadas nas épocas de Natal e na celebração de diversas festividades".
O presidente da Câmara de Lisboa diz ter sido informado da operação pela comunicação social e garante não ter mais informações sobre o caso, lembrando que se trata de uma associação privada e que “não é a Câmara Municipal que faz esta contratação”. Em causa nesta operação está um esquema de corrupção ligado às iluminações de Natal. Há quatro detidos, um deles é funcionário da Câmara de Lisboa.
De acordo com informação reunida pela RTP, trata-se da empresa Castros Iluminação. Entre os detidos, está um funcionário público, diretor de serviço da Câmara Municipal de Lisboa, um funcionário de uma associação de Lisboa e dois detidos da empresa Castros Iluminação, no norte do país.
A agência Lusa avança esta terça-feira que o secretário-geral da Câmara Municipal de Lisboa, Alberto Laplaine Guimarães, é um dos quatro detidos no âmbito da Operação "Lúmen". Fonte judicial adiantou à agência que o arguido é suspeito de beneficiar a Castros Iluminações Festivas, sediada em Vila Nova de Gaia, no Porto.
Dez autarquias foram alvo de buscas da Polícia Judiciária. Fonte da autarquia de Lisboa confirmou à Lusa a realização de buscas relacionadas com iluminações de Natal.
Para além de Lisboa, foram também realizadas buscas em Tavira, Lamego, Maia, Figueira da Foz, Viseu, Trofa, Póvoa de Varzim, Ovar e Santa Maria da Feira.
As autarquias da Maia, Viseu, Trofa, Tavira e Santa Maria da Feira já confirmaram igualmente terem sido hoje alvo de buscas.
Os detidos vão ser presentes na quarta-feira ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.
Foram ainda efetuadas 26 buscas domiciliárias e não domiciliárias em várias zonas do país, em entidades e empresas públicas e privadas.
De acordo com a PJ, a investigação teve origem numa denúncia ligada com a "pretensa viciação de procedimentos de contratação pública relacionados com o fornecimento e instalação de iluminações festivas, utilizadas nas épocas de Natal e na celebração de diversas festividades".